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Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Eduardo já esteve três vezes nos EUA desde a posse de Donald Trump tentando angariar apoios no governo e no Congresso americano para o pai, que foi denunciado no Brasil por tentativa de golpe de Estado.

O objetivo é pressionar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que vão julgar o caso. Relator do caso, Moraes se tornou um dos principais alvos.

Nos encontros com os principais envolvidos no projeto que pode retirar o visto americano do ministro do STF, Eduardo estava acompanhado do apresentador de TV, Paulo Figueiredo, também denunciado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, por participar da tentativa de golpe.

“Nessa reunião comigo e com o Figueiredo, a deputada María Salazar se comprometeu a reapresentar o projeto de lei, que é o trâmite correto, regimental dos Estados Unidos. No mesmo dia, quando saímos da reunião com ela, nós fomos no comitê judiciário do Jim Jordan, e também conseguimos falar com ele. Ele se comprometeu a dar celeridade e está cumprindo”, disse Eduardo.

Eduardo respondeu algumas perguntas do UOL por mensagens de áudio no WhatsApp.

UOL – Do que trata o projeto que pode impedir o ministro Alexandre de Moraes de entrar nos Estados Unidos?