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“Para nós, há áreas no nosso negócio que já estão 100% focadas em 2026, como os grupos que lidam com conceitos de engenharia. Ao longo do ano, todo o departamento fará essa transição. E os engenheiros que estão na equipe de corrida são os últimos a fazer a transição”, explicou o novo CEO e chefe da Aston Martin, Andy Cowell.

O engenheiro, que era o chefe de motores da Mercedes quando eles dominavam a F1, explicou que prefere que os profissionais, ou estejam focados em 2025, ou em 2026. “Não quero que alguém faça as tarefas pensando no curto prazo e lá pelas 4h da tarde comece a focar, com a mente cansada, em 2026.”

Ele destacou que o grande desafio de 2026 é a mudança do carro e do motor ao mesmo tempo. “No motor, não é uma mudança tão dramática quanto em 2014, apesar de ser uma mudança grande nos combustíveis. Mas como o carro muda também, as coisas vão se somando. É algo que tem o potencial de aumentar as diferenças no grid. “

Como duas regras ?novas? da F1 complicam decisões dos times

Essa vai ser a segunda mudança de regulamento feita depois da F1 ter adotado o teto orçamentário para as equipes e também uma regra que limita o desenvolvimento aerodinâmico dependendo da posição no campeonato. Ou seja, times com mais sucesso ano passado, como McLaren e Ferrari, têm menos tempo à disposição que Red Bull e Mercedes, por exemplo.

Para complicar ainda mais a situação, o carro de 2026 só pôde ir ao túnel de vento em janeiro deste ano, também por força do regulamento.