Órgão estadual também informou ao UOL que o teatro e a escola de capoeira não eram tombados. Porém, como o imóvel estava localizado em um local tombado, o pedido deveria ter sido feita pelo município.
O UOL entrou em contato com a prefeitura de São Paulo sobre o pedido enviado ao Condephaat. Se houver resposta, o texto será atualizado.
Ocupação irregular
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A Prefeitura de São Paulo afirma que o teatro e a escola funcionavam de forma irregular. Em nota enviada ao UOL no último dia 16, o município disse que havia sido montado um estacionamento pago no local e uma banca que vendia bebidas. A defesa de Claudeir Gonçalves, responsável pelo espaço, afirmou que foi montada uma lanchonete para arrecadar dinheiro e bancar a manutenção do teatro.
O município disse ainda que não apresentaram documentação que comprovasse o direito de uso do imóvel. Claudeir afirmou que não foi notificado da demolição, o que é rebatido pela gestão Ricardo Nunes (MDB).